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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Saudades...

... de andar por aqui.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Beijos...

Há beijos leves que deixam antever um mar de emoções escondidas. Outros, intensos como que nos querendo sugar a alma. Beijos sinceros... Beijos proíbidos. Beijos misteriosos. Beijos atrevidos. Beijos roubados. Beijos ansiados.
Beijos que permanecem no latejar dos lábios. Beijos que transcendem o momento e percorrem a lembrança. Beijos que fazem sorrir. Outros que fazem sentir um turbilhão de emoções. Beijos. Sim. Beijos que se querem, sem pensar... beijos que se dão por sermos livres... outros, que não se consegue resistir, porque simplesmente não se quer resistir. Beijos que nos atraem, mesmo sabendo que não são o correcto caminho a seguir...

Sinto que no beijo transparece parte da personalidade de quem beija. Parte da sua vontade. Será apenas o momento? Será prenuncio de algum futuro? Será mesmo algum sentimento?

Será o beijo uma forma de esclarecer dúvidas?

Porque é que passados tantos tempos de solidão, acontece agora tudo ao mesmo tempo? Porque há fases em que é de facto difícil definir o que se sente? O que se quer...

Decisões a tomar. Ser firme, apenas porque não me sinto bem a trair confianças... Não quero magoar ninguém, não me quero sentir magoada... não me quero precipitar... mas quero Viver... não quero ficar sozinha...

Preciso desses beijos.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

saudades

Tenho saudades das longas conversas de chat que já tivemos. Das conversas que depois levaram à possibilidade de nos conhecermos.

Tenho saudades de algumas palavras, dos abraços virtuais. Até dos puxões de orelhas. Disto e daquilo. Da naturalidade do desenrolar dos acontecimentos.
Tenho saudades das alturas em que falava livremente, inocentemente, e dizia as minhas parvoíces. Quando podia falar à vontade, sem sentir que o que dissesse fosse medido.

Tenho saudades. Sim. Tenho saudades do que foi bom. Não gosto tanto de me lembrar do que foi menos bom, mas aceito e agradeço o que doeu e que, acredito, me fez crescer.

Sinto saudades da tua atenção. Sim. É verdade. E isso não me faz sentir pior nem inferior por o admitir, porque simplesmente é verdade.

Mas a vida segue e sei que não vou voltar atrás. Sinto-me mais livre assim.
As expectativas que não queria criar, mas que acabaram por surgir inadvertidamente, dissiparam-se. E os nossos caminhos cruzaram-se, se calhar, apenas no momento em que foi necessário, para crescermos um com o outro.

Mas acredita, era uma coisa tão simples. Era apenas ser especial.

Hoje não sabia do que escrever e acabei por escrever para ti.

Foste muito importante e especial para mim.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

ruas de Lisboa...



"...na primeira grande noite mágica que nós tivemos
Abriu-se a janela que caminhava sozinha
e saiu um sonho simples de criança..."
António Maria Lisboa

terça-feira, 1 de setembro de 2009

"Cidade dos Sonhos"...


Estás aqui mais perto de mim, ou eu mais perto de ti. Por alguma razão sinto que algo me liga a ti. Por alguma razão, mesmo sem querer, te preencho de expectativas (e quanto a isso já não há volta a dar)...
Há algo que deixei por viver aqui, quando me fui embora há 3 anos atrás. Não sei bem o quê... se calhar toda uma parte de vida, de juventude que ficou em incubação, toldada pelas obrigações e responsabilidades que na altura senti... tempo que desperdicei(?), mas que não soube viver de outro modo.

Por algum motivo, as circunstâncias fizeram-me voltar. E volto diferente, em condições diferentes, com vontade de viver tudo o que não vivi. Confesso que gostava de ficar... por muito tempo... e estar bem. Veremos como será.

Sinto que te vou começar a pintar com os meus sonhos, porque na realidade eles existem, e no fundo isso é o mais importante...

E quem sabe se não vim para esta cidade para vir buscar o que deixei perdido...
Ainda é cedo para saber.

Agora o que interessa é o momento...

Olá Lisboa. É bom estar de volta!

domingo, 19 de abril de 2009

Eu seria capaz...

... de estar sempre lá, para aquela pessoa... para A pessoa.

Eu sei que sim.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Teorias do amor...

Versão 109827453728746527-109827453728746524, que é como quem diz, versão 3!!!
Hoje estou um bocado lamechas... carente... whatever... Capaz de dar tudo por um bom abraço e mais qualquer coisinha!...
Há muito tempo que não escrevo sobre o que não sei... vou fazê-lo hoje, trazendo de volta as teorias do amor, que ficaram perdidas lá atrás e ainda mais atrás...

Na sequência do livro que li (sétimo selo) e noutros locais, e no que agora penso... Na minha pequena experiência de vida... Poderei afirmar que... no final, o que fica é o que se sente, o que se sentiu, os bons momentos que ao serem recordados poderão preencher uma "vida" inteira com sorrisos... ou o que restar dela. Pouco irá importar quão longe se chegou, quantos prémios se ganhou, quantas vitórias se atingiu... O que se vai recordar serão os amores que se viveu, os que ficaram por viver... Os amigos, os afectos... as alegrias, as desilusões... A vida é curta. Este mundo frenético ainda a torna mais curta. E os medos e os receios roubam-nos tempo precioso...
Por algum motivo quem ainda espera, quem ainda procura, se sente desamparado... Pois sente que quanto mais tempo passa, quanto mais tempo espera, quanto mais tempo procura sem encontrar... menos tempo poderá, mais tarde, recordar com saudade...

Hoje estou assim... a pensar no fim, sem passar pelo início...

E só queria adormecer embalada pelo teu calor...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Constatações II...

É pá! Gosto mesmo de ter um blogue!
E mais que isso, de ter uns comentadores tão simpáticos!
Não resisti à vontade de dizer o que me veio à ideia...
Na realidade, acho que vou começar a dizer muito mais o que gosto nas pessoas, às próprias pessoas! E assim, libertar ainda mais o que vai em mim e, quem sabe, fazer o outro mais feliz!

Obrigada por estarem aí desse lado... ao meu lado! ;)

domingo, 18 de janeiro de 2009

Pincelada de 2ºf - Lucky girl

Uma das coisas que gostava de aqui deixar expresso é que me sinto uma “lucky girl” (versão adaptada do Lucky Man dos The Verve – a passar na playlist)… Queria dizer que há 18 dias que me sinto muito bem! Estranhamente bem! Isto, em mim, é um fenómeno, pelo menos ultimamente! Não sei bem por que fase passei no último ano. Não lhe quero chamar uma depressão, porque é um termo demasiado forte… E é preciso passar por uma depressão para conseguir compreender na realidade o que se sente. Mas acredito ter tido alguns dos sintomas… que me foram deitando abaixo. Quando se anda com os “olhos baixos”, não se consegue ver o que agora consigo ver. Quando se vê a luz, é impensável pensar em algumas atitudes que passam pela cabeça quando se está off… Por isso mesmo, considero uma estupidez quando se pensa em actos mais cruéis, tais como acabar com a vida… Mas na altura, quando não se consegue vislumbrar qualquer perspectiva de futuro… Quando não há um sentido aparente para a vida… Quando se olha para as pessoas todas empolgadas com as festividades e se pensa: Mas para quê? Quando se quer trabalhar e não se consegue… Quando tudo se põe em causa… Quando nós não interessamos… E sobretudo, quando se procura uma explicação para tal estado e não se encontra - não há um motivo aparentemente forte para nos pôr assim, nesse estado de “beco sem saída”…
Foram fases que já passaram, felizmente. Não posso e, sobretudo, não quero voltar a isso… Por isso, hoje, comemoro os 18 dias de bem-estar consecutivos! Tchin, tchin…

Pinceladas...

Escrever posts no fim de um dia/fim-de-semana de trabalho, com dor de cabeça e cansaço não deve ser a melhor opção, mas espero outra semana bastante preenchida… Vou deixar agora algumas palavras… que há muito penso escrever... São lançadas ao sabor do sentimento, por mim tão estimado.
Serão observações da Vida, ou da falta dela… Desabafos ou simples ideias, que não procuram qualquer coerência… ou sentido... qualquer busca de verdade absoluta. Que poderão até nem ter qualquer validade, e amanhã nem fazer qualquer sentido… Mas são palavras que precisam de sair... como pinceladas de um quadro abstracto...

Alguém lhes deve encontrar um sentido...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Chorar...


... é o que acontece, quando a Alma passa ao estado líquido!

Este post foi inspirado no post da Mimanora! E, instintivamente, apeteceu-me dar-lhe um abraço! :)
imagem recolhida daqui

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Frutos do subconsciente (cont.)

O que referi no post anterior, de facto soa a disparate! E dos grandes, admito.



De qualquer modo, há mesmo um fundo de verdade em tudo aquilo!



...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Snif... snif...

Adeus Sam!

Isto acabaria por acontecer e a separação seria inevitável... Mas gostava de me ter despedido de ti...

Quer acreditem ou não, fiquei mesmo triste quando comecei a trabalhar ontem e dei pela falta dele. Ainda pensei que tivesse mudado de sítio... mas não. Foi vendido... Podia dizer que se calhar foi melhor assim... Mas acho que não... snif... snif...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Coisas que me apeteceu escrever...

Há uns dias li um post que perguntava precisamente qual a prenda que cada um gostaria de dar a si neste Natal... Fiquei a pensar no assunto. Estas perguntas relacionadas com sonhos, desejos, coisas para mim, deixam-me sempre a pensar.

Na realidade, materialmente falando, não preciso propriamente de nada . Tenho tudo o que me faz falta, sendo que, na realidade não é preciso muito para estar bem!

Na verdade até posso gostar muito de uma coisa, mas se não pensar muito nisso, também se vai a vontade e na realidade verifico que essa coisa não me fez falta nenhuma.

Claro que há coisas que me fascinam. Quando vou a lojas, que não é muito frequente, porque não tenho grande paciência (bem me basta trabalhar numa), são os artigos que chamam por mim, e não o contrário! Ainda há dias saí para comprar uns sapatos, porque precisava... Cheguei a casa com dois casacos e uma camisola! Pois, não houve sapatos a chamar por mim... (também porque dos sapatos do meu agrado não existia o meu número!)

Também adoro livros! Não que leia muito, mas leio o que posso! E quando posso vou a uma livraria ver as novidades! Nos hipermercados, a minha secção preferida é a dos livros! E acho que gostaria mesmo muito de trabalhar numa livraria ou numa biblioteca! Quem sabe, um dia!

Se alguém me quiser dar uma prenda, sugiro: cheques-prenda para comprar livros!

Um livro transporta-nos. Ensina-nos. Mostra-nos outras realidades/fantasias! E gosto, quando vejo um livro que já tenha lido, de saber o que ele esconde! Sentimo-nos mais ricos!

No fundo, penso que é dessa riqueza que eu preciso. É essa riqueza que eu quero. A riqueza do sentir e das experiências, feitas não só de livros, mas também de pessoas. Tudo o mais é relativo. Tudo o mais passa.

E agora deixo partes de um pequeno texto que uma pessoa especial e próxima me escreveu, já há uns anos. Há uns dias voltei a lê-lo, quase por acaso, e fez-me muito sentido. Acho que vai de encontro ao que me falta perceber e no fundo ao que eu quero oferecer a mim mesma:

... sonhos. (...) eles são o que nos impulsiona a ir mais além; (...) que nos lembra que há sempre mais a fazer, a aprender, a amar, a dar, e a exigir de nós próprios. São metas que procuramos atingir na perfeição...
Mas como não somos perfeitos, todo o nosso melhor basta para sentir que houve plenitude, se nos soubermos aceitar.
Corremos para os alcançar... Mas quando chegamos lá é necessária sabedoria para parar e gozar o momento presente. Só assim eles fazem sentido. Só assim vale a pena sonhar com maravilhas que preenchem o nosso ser. (...)

Eu gostava de ter a sabedoria e a calma para usufruir os momentos em plenitude. Mas se calhar ainda é cedo para ter essa sabedoria que só se vai adquirindo com o tempo, com os anos de vida... Com os anos de Vida vivida.

O texto termina com:

Um desejo, um sonho: que a cada dia a tua vida seja o que tu sonhares para ela. Acredita que será o que de mais valioso haverá num futuro.

E é o que desejo também a cada um que ler estas palavras.

Declaro assim aberta a minha Época Natalícia!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

The Little Things...

Ai, ai, ai... (suspiros...)

(sempre gostava de saber quando é que eu paro de sonhar e acordo para a realidade!)

Auto-estaladas, precisam-se...

Evinha: A vida não é como tu sonhas e fantasias. Vai mas é trabalhar!

(Buáaaaaaaaaaaa!)

Ah... E vê se cresces!



* mas a música é gira :)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Just hold me

Comfortable as I am,
I need your reassurance
Comfortable as you are,
You count the days
But if I wanted silence I would whisper
If I wanted loneliness I'd choose to go
If I liked rejection I'd audition
And if I didn't love you, you would know
So why can't you just hold me,
how come it's so hard?
Do you like to see me broken?
Why do I still care?
You say you see the light now
at the end of this narrow hall
I wish it didn't matter
I wish I didn't give you all
But if I wanted silence I would whisper
If I wanted loneliness I'd choose o go
If I liked rejection I'd audition
And if I didn't love you, you would know
So why can't you just hold me
How come it's so hard?
Do you like to see me broken?
Why do I still care?
Poor little misunderstood baby
No one likes a sad face
But I can't remember life without him
I think I did have good days
I'm sure I did have good days
So why
"Just Hold Me", Maria Mena
Não que me sinta assim agora, como a música descreve. Porque, sinceramente, isso não me vale de muito... Mas, há alturas em que todos nos sentimos assim... E mesmo que não conheçamos o que isto é na realidade... sabemos o que nos faz falta. Os miminhos... a vontade de ser abraçado e assim ficar... Sentir-se seguro no aconchego... De um sentimento... De um coração...
É isso que esta música me lembra. Mas tudo é difícil. Começo a pensar que este mundo só complica o que é simples (eu incluída)...

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Pensamento #2 (cont.)

No seguimento de um post anterior...

"Sem ter defesas, que me façam falhar..."
Mafalda Veiga
É irónico, como as defesas nos podem fazer falhar tanto.
Ou pensar que se falha.
Não garanto, nem nunca saberei se o modo como reajo a determinadas situações tão banais do dia-a-dia é, de facto, determinante para a minha situação actual. Mas acredito que sim, poderá ser. O ser "certinha", mesmo sem querer. O sentir-me "presa" a mim. E, inevitavelmente, à ideia pré concebida de que é pouco provável. O medo de responsabilidades? De desilusões? E ao mesmo tempo, o pânico ao imaginar que nunca será.
Tudo defesas... que não ajudam. E que tão bem fazem errar...
Porque se pode querer muito uma coisa mas, ao mesmo tempo, tudo o que se faz, induzir o contrário.
Mas no fundo eu sei que a resposta está mesmo em mim. Cá dentro.
E de acordo com o que já referi anteriormente, só quando uma pessoa se sente bem consigo, só aí se sente merecedora da estima dos outros, e anseia, finalmente, por voos mais altos.
Só nessa altura, se poderá tirar o "nevoeiro" dos olhos e ver os olhos dos outros. O que é belo e bonito e, quem sabe, tenhamos o privilégio de um dia vir a conhecer.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Amo-te

Ontem tive o privilégio de conhecer a minha linda, linda, linda sobrinha.
Sou oficialmente tritia. E ainda me parece mentira. Estou tão feliz e ao mesmo tempo tão aliviada por tudo ter corrido bem.
E já tenho saudades da minha fofinha.
É mágico. Uma sensação única, que nem tenho grandes palavras para conseguir descrever.

Espero que cresças, sempre forte e saudável. Feliz!
A tua tia gosta e vai sempre gostar muito, muito, muito de ti!
E vamos brincar muito. Tu, a tua mana e o teu primo!

O maior beijinho do Mundo, com todo o meu Amor :)


(Tenho uns irmãos fantásticos! E umas cunhadas também!)

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

uma questão de (in)definições

De vez em quando penso num assunto que me dá que pensar, porque me deixa KO... Uma dúvida daquelas difíceis... E deixa-me cada vez mais com a sensação que sou, simplesmente, mais complicada do que gostaria... Seja lá o que isto quererá dizer...
E ao dar uma vista de olhos pelos blogues, lá encontro algo que vai de encontro ao que estava a pensar...precisamente hoje:

"Ele confessava o quanto gostava dela e ela respondia que não era verdade, ele gostava era da ideia de gostar dela. Explicou que a maior parte das pessoas, num mundo que anda a mil, num mundo em que estamos com toda a gente e no fim de contas não estamos com ninguém, as pessoas estão tão desesperadas por sentir qualquer coisa que acabam por se agarrar a algo que na verdade não sentem."

Ora bem... a minha dúvida prende-se precisamente com isso.

(E vou falar no campo das hipóteses...)

Como saber ao que corresponde aquilo que se está a sentir... É atracção? Paixão? Amor? Ou não é nada disso?... É simplesmente o que gostariamos que fosse?... É simplesmente o que achamos que nos faz falta?

São difíceis de definir estas fronteiras sentimentais... Especialmente quando se tem consciência dos possíveis motivos... E então vem a razão dizer-nos que estes sentimentos são efeitos secundários do nosso estado de carência.

Poderemos pensar que é mesmo verdade o que estamos a sentir e que coisas boas poderão vir... Mas será? E agora faço a pergunta ao contrário: e porque raio não poderá ser verdade?

E, na ânsia de sentir alguma coisa... em vez de correr atrás do motivo, como acontece com muitas pessoas, o que acaba por acontecer com outras é "erguer barreiras à volta", e voltar para o cantinho... de onde nunca se deveria ter saído... porque não... não é nada disso... alguma vez isso poderia acontecer? Seria bom demais...
E nada se faz, porque forças invisíveis nos prendem e puxam... Medos. Medo de ter momentos felizes, medo de perder o que não se tem, medo de viver...

E olha-se à volta, e a vida continua... e nós, continuamos vivos... mas não passará disso...

E ver as coisas de fora é tão mais simples...

É estranho, quando tudo se inverte e o medo de viver é bem maior que o de morrer...

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Obrigada...

... pelos abraços...